Eduardo, o Dudu, é de Carangola, na Zona da Mata mineira.
Por um tempo, a vida dele foi a dependência química e as ruas. Longe da família, sem casa, sem rotina, sem perspectiva.
Até o dia em que quase morreu.
O dia que mudou tudo
O envolvimento com traficantes colocou a vida do Eduardo em risco. Ele esteve muito perto de não voltar.
Enquanto a família procurava por ele, a irmã, Jéssica, fez uma promessa:
“Depois de um episódio de quase morte, eu falei com Deus que se achasse ele com vida, eu iria fazer tudo para ajudá-lo.”
Eles o encontraram. E Jéssica cumpriu a palavra.
O pedido de ajuda
Assim que acharam o Eduardo, Jéssica o trouxe para Belo Horizonte. E foi logo pedir ajuda à RedeMais.
“Então trouxe ele para Belo Horizonte, assim que acharam ele, e já fui logo pedir ajuda.”
O acolhimento veio na hora. A equipe da RedeMais orientou a família sobre os exames necessários para a internação em uma comunidade terapêutica parceira.
“Me ajudou, já me passou os exames para fazer a internação dele na comunidade terapêutica.”
Muitas famílias travam nesse momento. Não sabem por onde começar, que documentos levar, para onde ir. Ter alguém que explica cada passo faz diferença quando o tempo importa.
A ida para o tratamento
Exames feitos, malas prontas. As coisas do Dudu separadas, esperando a saída.
No vídeo gravado pela família, ele se despede com um sorriso:
“Tchau, tchau, pessoal!”
Parece simples. Mas quem já tentou convencer alguém que ama a aceitar tratamento sabe o tamanho desse momento.
O Dudu de hoje
Algum tempo depois, o reencontro.
A primeira coisa que chama atenção: Eduardo engordou 11 quilos. Para quem viveu nas ruas, isso é sinal de corpo cuidado, alimentação regular e saúde voltando.
Na hora do almoço, ele mostra a mesa e o lugar onde está:
“Top demais aqui!”
“Essa aqui é a minha humilde casa.”
E agradece a força que recebeu, da irmã e da fé:
“Tamo junto! Ela tá me dando a força. É a Deus!”
O que a história do Eduardo ensina
Nunca é tarde para pedir ajuda. Eduardo estava nas ruas e em risco de morte. Mesmo assim, houve caminho.
A família faz diferença. A decisão da Jéssica de não desistir foi o que abriu a porta para o tratamento.
Ter orientação encurta o caminho. Saber quais exames fazer e para onde ir evita semanas de dúvida num momento em que cada dia conta.
Recuperação aparece nos detalhes. Quilos a mais, um almoço à mesa, um sorriso para a câmera. É assim que a vida volta.
Você também pode dar o primeiro passo
Se alguém que você ama está vivendo o que o Eduardo viveu, você não precisa saber tudo sozinho. A RedeMais orienta a sua família sobre documentos, modalidades de tratamento e comunidades terapêuticas parceiras em Minas Gerais.
Fale com a gente pelo WhatsApp: (31) 99217-0523.
Perguntas frequentes
Quais exames são necessários para a internação voluntária?
Para o acolhimento voluntário são obrigatórios três laudos: psiquiátrico, clínico e odontológico. A equipe da RedeMais orienta sobre cada um.
A RedeMais atende pessoas em situação de rua?
Sim, a família ou um assistente social pode entrar em contato para receber orientação.
Moro no interior de Minas. A RedeMais pode ajudar?
Sim. Atuamos em diversos municípios mineiros, com uma rede de comunidades terapêuticas e clínicas parceiras pelo estado.
Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação profissional. Em caso de emergência, procure o serviço de saúde mais próximo ou ligue 192 (SAMU).






